Dora Ferreira da Silva - Poema


Murmúrios



Pousa num ramo um sopro de agonia
dos que morrem (sem saber)
em nosso coração.
Suspira a noite no vento vadio.
Amados mortos: tentais dizer
o quanto amais ainda?



In. Jornal de Poesia
Imagem retirada da Internet: sopro

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