Um poema curto e tão belo em sua semântica. Ainda bem que o amor tem esse poder de promover festa mesmo em dia de luto. E há que se falar no conteúdo desse vestido... A ilustração adicionou mais beleza ao texto.
Herman Hesse A Revista Banzeiro apresenta esta Seleta de Poemas de Hermann Hesse . Nascido em Cawl, uma pequena cidade de Wurtemberg, na Floresta Negra, Alemanha, em 2 de julho de 1877. Orientado pela família, Hesse, ainda bem jovem, foi direcionado à vida eclesiástica. Após passar por vários seminários, abandona a carreira religiosa, torna-se aprendiz de relojoeiro e, posteriormente, trabalha como auxiliar de livraria. Em 1899, publica Romantische Lieder, daí cinco anos, já em 1904, publica Peter Kamenzind, novela com a qual obteve bastante sucesso e, digamos assim, tranquilidade para dedicar-se à literatura. Em 1923, casado pela terceira vez, muda-se para Suíça, adotando cidadania daquele país. Lá escreve Demian, sua principal obra. Em 1946, recebe o prêmio Nobel de Literatura . Falece em 1962, aos 85 anos de idade. Principais obras de Hermann Hesse: Das Glasperlenspiel (O Jogo das Contas de Vidro – 1943) Der Steppenwolf (O Lobo da Estepe – 1927) Sidarta (1922) ...
Nascido em Aracataca, na Colômbia, em 1927, o escritor, jornalista e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, Gabriel García Márquez, transformou a literatura mundial ao fundir o cotidiano com o extraordinário, criando um estilo que viria a ser conhecido como realismo mágico. Ao publicar os inícios dos livros de García Márquez aqui no Banzeiro Textual, convido vocês, leitores, a adentrar esse universo onde o real se curva ao maravilhoso. Cada início é uma porta entreaberta para um mundo onde o passado nunca passa, o presente é encantado e o futuro é uma promessa de poesia e resistência. Celebrar os começos de suas obras é também celebrar a potência da palavra latino-americana — uma palavra que canta, denuncia, encanta e transforma. Que este banzeiro literário leve vocês a navegar pelas águas profundas da imaginação de Gabo, onde cada frase é uma jangada rumo ao coração palpitante da América Latina. “Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Corone...
Um poema curto e tão belo em sua semântica. Ainda bem que o amor tem esse poder de promover festa mesmo em dia de luto. E há que se falar no conteúdo desse vestido... A ilustração adicionou mais beleza ao texto.
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