Herman Hesse A Revista Banzeiro apresenta esta Seleta de Poemas de Hermann Hesse . Nascido em Cawl, uma pequena cidade de Wurtemberg, na Floresta Negra, Alemanha, em 2 de julho de 1877. Orientado pela família, Hesse, ainda bem jovem, foi direcionado à vida eclesiástica. Após passar por vários seminários, abandona a carreira religiosa, torna-se aprendiz de relojoeiro e, posteriormente, trabalha como auxiliar de livraria. Em 1899, publica Romantische Lieder, daí cinco anos, já em 1904, publica Peter Kamenzind, novela com a qual obteve bastante sucesso e, digamos assim, tranquilidade para dedicar-se à literatura. Em 1923, casado pela terceira vez, muda-se para Suíça, adotando cidadania daquele país. Lá escreve Demian, sua principal obra. Em 1946, recebe o prêmio Nobel de Literatura . Falece em 1962, aos 85 anos de idade. Principais obras de Hermann Hesse: Das Glasperlenspiel (O Jogo das Contas de Vidro – 1943) Der Steppenwolf (O Lobo da Estepe – 1927) Sidarta (1922) ...
Soldado ucraniano Pavel Kuzin foi morto em Bakhmut - Fonte BBC Ucrânia em Chamas - Século 21 Urubus sobrevoam e pairam no céu de Goiânia. O céu, que céu? Não há céu, só o escuro sideral. Nuvens são nuvens, ao léu, níveas ou negras. Que nuvem nos encobre? De sobra, todas elas, redoma de carbono que nos rouba as estrelas. Nuvem nívea nenhuma nos quer, sequer se a queiramos. E querer nuvem negra, quem há de? Vade retro o espectro, sombra de sobressaltos. E não há destino, só desatino. Os urubus abrem asas como aeroplanos, mísseis ou foguetes, e não são poéticos. E não são mágicos, os trágicos telhados das casas cá embaixo. Planam urubus lá em cima, no cume acima do mundo pelo avesso. Cúmulos-nimbos, nuvens de chumbo. Urubus não são pombos. São negros morcegos de fogo, s(putin)iks incendiando o coração soberano da Ucrânia. Soldados de Volodymyr Zelensky resistem à insânia, artefato...
Escritor Jádson Barros Neves - Arquivo Pessoal Tocantinense de Guaraí, Jádson Barros Neves vem se consolidando como um dos nossos melhores ficcionistas. Autor do livro Consternação, com o qual foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura, ele já conquistou mais de uma dezena de prêmios, dentre eles, o "Prêmio Cidade de Belo Horizonte", o "Prêmio João Guimarães Rosa", da RFI. Nesta entrevista, com exclusividade para Revista Banzeiro, ele fala da infância, das leituras formadoras, e da paixão pela escrita. "Posso ser um escritor conhecido hoje e esquecido amanhã. Veja o caso do português Cardoso Pires, por exemplo. Vivemos numa sociedade que atribui o sucesso de uma pessoa ao barulho que ela faz. Seria o livro “A civilização do espetáculo”, no livro de Vargas Llo...
Delicia receber um poema tão bonito.
ResponderExcluirConversador de estrelas.
abraços