Célio Pedreira - Poema
PAICIÊNCIA
Quando dei fé
estava vigiando a fundura da vida
apalpando uma esperança
esticando um silêncio bom
desses que valem sustância
pois que meu pai chegou
e soltou o sedenho do tempo
em meus sobredentros.
Imagem retirada da Internet: Paciência

Menino, que poema bonito, desses dignos de seguir com a gente, animando os dias. O poeta é mesmo aquele fingidor, que sofre de cabeça altiva e escava com palavras essas funduras insondáveis da alma. Deu vontade de ler mais coisas do Célio Pedreira. É isso, Chico, dando pernas longas à poesia. Parabéns pelo trabalho de incentivador cultural.
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