Ymah Théres - Poema
Sonata O corpo - presilha verde na rede da vida imersa pouco a pouco se dissipa dos loucos búzios, dos mares. Vira um lago, uma enseada em que os espelhos transmigram o corpo - corpo bebido de veneno, morte lenta. O corpo - metade breve de arlequinadas memórias nos mastros ocres da angústia na devassa de ilusão. Irmão vencido na guerra das horas por sobre as horas dos anos idos, dos vindos o corpo - flor decepada. Da haste, um relógio-pênsil que se alteia e se debruça nos movediços da argila o corpo - fe...