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Valdivino Braz - Ensaio Poético

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                        Flagelo que nos aflige,              sinônimo que nos consome Á frica Somália, Etiópia, Eritréia Djibuti Quênia Tanzânia Burundi Ruanda Uganda República Democrática do Congo Sudão República Centro Africana Chade Camarões Nigéria Níger Mali Benin Togo Gana Costa do Marfim Libéria Serra Leoa Guiné Angola Moçambique Zimbábue Zâmbia Malauí Bolsões de fome mais e mais proliferam e vão-se rimando, nos últimos trinta anos, no continente africano. O que os fez? Quem os faz? Que fazer quanto a isso? Quanto custa a soma de esforços que não sejam de mão curta? Mais que as despesas, somam-se as causas, mais graves as consequências. Desumanas, demasiado desumanas — diria Nietzsche —, as sombras traumáticas de “Mama” África, que mal se amamenta de suas tetas. Ouro, diamantes, minérios e, no entanto... Sangue, muito sangue, e mor...

Antonio Cisneros (1942-2012) - Poema

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Tercer Movimiento (affettuosso) Para hacer el amor debe evitarse un sol muy fuerte sobre los ojos de la muchacha, tampoco es buena la sombra si el lomo del amante se achicharra para hacer el amor. Los pastos húmedos son mejores que los pastos amarillos pero la arena gruesa es mejor todavia. Ni junto a las colinas porque el suelo es rocoso ni cerca de las aguas. Poco reino es la cama para este buen amor. Limpios los cuerpos han de ser como una gran pradera: que ningún valle o monte quede oculto y los amantes podrán holgarse en todos sus caminos. La oscuridad no guarda el buen amor. El cielo debe ser azul y amable, limpio y redondo como un techo y entonces la muchacha no verá el Dedo de Dios. Los cuerpos discretos pero nunca en reposo, los pulmones abiertos, las frases cortas. Es dificil hacer el amor pero se aprende.

Francisco Perna Filho - Poema

  Amizade O que nos roubam os filhos além da nossa insegurança? o pacto de que estarão sempre presos a nós. custe o que custar, façam o que fizer, haverá sempre um vínculo, uma centelha, um murmúrio, uma desilusão. Não os criamos para nós, mas os defendemos dos vermes, dos crápulas, dos maldosos. Nos insones momentos não saberão de nós, embora estejamos sempre presentes. Sós, mas perto, a amá-los enviesados, infiéis; seremos sempre companheiros, mesmo na ausência, na distância, infinitamente. Imagem retirada da Internet: amizade